quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Combate à corrupção através da consciencialização, informação, formação e educação

"Estás cansado de ouvir falar de corrupção e nada acontece?
Pois bem, o Micael Sousa, um dos participantes mais activos e com mais bom senso do grupo, lançou a petição «Combate à corrupção através da consciencialização, informação, formação e educação», que tem por objectivo fazer com que a nossa Assembleia da Republica debata este problema.
Mas mais do que isso, visa demonstrar que os cidadãos deste país não toleram a tolerância que os nossos agentes políticos têm para com a corrupção, sem palavrões nem ofensas."

Conhece, divulga e assina a petição aqui:

Descubra as diferenças em menos de 24 horas após a denúncia que fiz!

Fotos tiradas no Sabado dia 9 de Outubro


Fotos tiradas na Quarta-feira dia 13 de Outubro


Todos devemos exercer os nossos direitos e deveres de cidadania, se cada um de nós tiver a iniciativa de tornar publico o que está mal ou menos bem na nossa rua, terra e pelos caminhos que trilhamos no dia a dia, conseguiremos uma melhor qualidade do nível de vida para todos.
O cidadão comum tem mais "poder" daquele que se julga, acredita em ti!


Qual deles está a mentir?

Porque olham os homens para os seios das mulheres

Limpeza étnica


O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter.
"Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos auto desalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e auto denominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

“Corações de luz”

O País está em crise, estamos no Ano Internacional da Biodiversidade então vamos neste Natal poupar nas ornamentações de iluminação pública.
Com muita imaginação e poucos recursos podemos transmitir o Espírito Natalício sem ter milhares de lâmpadas acesas que por sinal não são de baixo consumo.
Deixemos que o Natal 2010 seja iluminado com a nossa Luz interior.