terça-feira, 5 de junho de 2018

Reflexão sobre a Feira de Tradições de Lorvão



Reflexão sobre a Feira de Tradições de Lorvão
A história de cada lugar constitui-se sobre espaços apinhados de relações sociais e é no dia-a-dia que os costumes são revigorados, os traços culturais construídos, os valores e as tradições repassadas, e dessa forma, essa multiplicidade possibilita a construção da memória dos sujeitos sociais que compartilham do mesmo espaço, como um elo entre o tempo passado e o tempo presente.
Esse reencontro dos lugares de ontem com a paixão do presente reafirma que os espaços estão em constante movimento. Nesse sentido, a Feira das Tradições de Lorvão constitui-se como um lugar de encontro, de vivências, de práticas, fazeres e saberes que reforçam os seus significados.
Esta minha reflexão permitiu-me a compreensão de como a Feira das Tradições de Lorvão é como o ser humano, está em constante aprendizagem e tem enormes potencialidades para crescer, alterar as dinâmicas de funcionamento e de uma reorganização do espaço, assim todos colaborem e façam chegar as suas ideias e propostas atempadamente a quem tem o poder de decidir e de organizar a Festa das Tradições de Lorvão.
A Freguesia tem imensas coletividades que deviam participar e empenhar-se mais nesta Feira, pelo segundo ano que constato que são sempre as mesmas associações a participar, mas na hora de pedirem subsídios para as coletividades são as primeiras a solicitarem esse apoio financeiro e não só.
Na minha conceção quem não colabora com a sua participação também não merece ser apoiado.
A nível de reorganização do espaço onde decorre a Feira das Tradições de Lorvão, no meu entender deve ser repensado a forma da distribuição das barraquinhas das Associações com a gastronomia e as barraquinhas do artesanato. Se as barraquinhas da gastronomia se sentem aflitas com falta de espaço para os seus clientes se poderem sentar já as barraquinhas do artesanato se sentem afastadas do local onde se concentra o maior número de pessoas para assistirem aos eventos culturais e com muito espaço disponível em frente das ditas barraquinhas.
Está nas mãos de todos criarmos uma nova dinâmica entre o local dos eventos culturais, artesanato e gastronomia.
Em conclusão da minha reflexão, entendo que a Feira das Tradições de Lorvão reforça as tradições e as relações sociais, tornando-se num bastião como representação de lugar de memória. O espaço onde decorre a Feira é emblemático e grandioso a nível cultural. Dá para sentir que todos sem exceção que vivenciam o espaço da Feira percebem o sentimento de pertença e identidade, que revela a importância que se atribui a este espaço como lugar de memória social.
Jorge Neves

Chelo

terça-feira, 29 de maio de 2018

Prédio em ruinas na Rua do Chafariz em Chelo







Na Rua do Chafariz em Chelo.
.Este prédio está a ruir e este fim-de-semana abriu uma brecha numa das fachadas. Já há algum tempo o candeeiro de iluminação pública ficou pendurado pelos fios e a EDP teve de o remover ficando toda aquela zona sem iluminação pública.
Este prédio em ruinas coloca em perigo os peões e automobilistas que ali passam diariamente.

sábado, 14 de abril de 2018

Homenagem a Manuel Ribeiro em Chelo


Manuel Ribeiro dos Santos, é uma personalidade bem conhecida na cidade de Coimbra, principalmente no seu centro, através da sua faceta de grande defensor dos comerciantes e evolução da baixa para a notoriedade de Coimbra. 
Foi proprietário das lojas de moda Eldorado e Infinito, que marcavam com o seu gosto a modernidade do vestir, ao tempo.
Outra sua faceta, senão a mais importante, é a educação pessoal e respeito pelo seu semelhante, a de defender, ao seu jeito, parecendo por vezes utópico, a igualdade de direitos e oportunidades para todos nós.
Apoiou, enquanto lhe foi possível, pessoas em dificuldades várias, associações desportivas, culturais e artes, nunca se negando, num espirito completo de ajuda, a dar de si mesmo a par dos bens materiais que distribuiu. Sempre solidário, mesmo em reconhecido prejuízo próprio.
Exaltadamente sempre se manifestou pelo bem comum, por vezes controverso e incompreendido.
É um Homem Bom.
Pelos seus bons predicados, evidenciados sempre ao longo da sua vida, entendeu um grupo de amigos seus, organizar a prestação de merecida homenagem, a realizar na sua terra natal que tanto adora, Chelo, Penacova, no dia 21 de Abril de 2018, dia em que também completará mais um aniversário de vida.
Venham os amigos de Manuel Ribeiro. Tem agora uma oportunidade de se associar a esta homenagem inscrevendo-se. (967457038 Amável Ferreira)




quinta-feira, 29 de março de 2018

Centros de Detenção de Jovens em Lorvão! E porque não?



Centros de Detenção de Jovens em Lorvão! E porque não?
Tive conhecimento que Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), estão para entregar à Direção Geral do Património Cultural as instalações que tem afetas onde funcionou o antigo Hospital Psiquiátrico de Lorvão.
Sendo assim cai por terra alguma possibilidade de funcionar um Centro de Cuidados Integrados nas antigas instalações do HPL que deixaram de pertencer ao CHUC a curto prazo. 
Também é público que o Mosteiro do Lorvão, no concelho de Penacova, é um segundo imóvel do distrito que o Governo pretende concessionar no âmbito do programa REVIVE.
Não acredito que alguém queira investir no Mosteiro de Lorvão no âmbito do Programa REVIVE que abre o património abandonado (não é o caso, porque a Junta de Freguesia de Lorvão através de protocolos com CHUC, vai realizando a manutenção no que lhe é permitido) ao investimento privado para desenvolvimento de projetos turísticos.
Na minha opinião muito pessoal, defendo que o Mosteiro de Lorvão tem a curto prazo de ter o seu futuro bem esclarecido e dinamizado. Seja para Cuidados Continuados, seja para cuidados paliativos, seja para um Hotel de Charme, uma Colonia de férias ou um Centro de Detenção para Jovens.
Dentro de todas as soluções que disse acima a que me parece mais viável num curto espaço de tempo para uma das áreas do Mosteiro de Lorvão é o Estado Português meter em prática o DL n.º 401/82, de 23 de Setembro – Centros de Detenção de Jovens que foi (Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 19 de Agosto de 1982. - Diogo Pinto de Freitas do Amaral e Promulgado em 10 de Setembro de 19 1982 e Publicado pelo Presidente da República, ANTÓNIO Ramalho Eanes.)

sexta-feira, 23 de março de 2018

Limpeza das matas ! A bota não bate com a perdigota!



A bota não bate com a perdigota!


Eu se não limpar um terreno estou sujeito a pagar coimas que variam entre os 280 e 10 mil euros para particulares e entre três mil e 120 mil euros para pessoas coletivas.
Um incendiário que meta fogo no meu terreno, que seja identificado e presente a tribunal, fica com apresentações periódicas ou com termo de identidade e residência.
Em conclusão fica muito mais barato incendiar o terreno que o limpar ou mandar limpar.