sábado, 2 de outubro de 2010

Procuro-te - Eugénio de Andrade

Procuro a ternura súbita,
os olhos ou o sol por nascer
do tamanho do mundo,
o sangue que nenhuma espada viu,
o ar onde a respiração é doce,
um pássaro no bosque
com a forma de um grito de alegria.
Oh, a carícia da terra,
a juventude suspensa,
a fugidia voz da água entre o azul
do prado e de um corpo estendido.
Procuro-te: fruto ou nuvem ou música.
Chamo por ti, e o teu nome ilumina
as coisas mais simples:
o pão e a água,
a cama e a mesa,
os pequenos e dóceis animais,
onde também quero que chegue
o meu canto e a manhã de maio.
Um pássaro e um navio são a mesma coisa
quando te procuro de rosto cravado na luz.
Eu sei que há diferenças,
mas não quando se ama,
não quando apertamos contra o peito
uma flor ávida de orvalho.
Ter só dedos e dentes é muito triste:
dedos para amortalhar crianças,
dentes para roer a solidão,
enquanto o verão pinta de azul o céu
e o mar é devassado pelas estrelas.
Porém eu procuro-te.
Antes que a morte se aproxime, procuro-te.
Nas ruas, nos barcos, na cama,
com amor, com ódio, ao sol, à chuva,
de noite, de dia, triste, alegre — procuro-te.

Eugénio de Andrade, in "As Palavras Interditas"





Ministro das Finanças Suíço fala sobre Portugal

Não é para todos....

Especial U2




"MATANÇA" do PORCO!!!

Vamos todos, colocar um pano preto, na janela das nossas casas, para demonstrar a nossa revolta e o nosso descontentamento, com este governo.
O evento começa às 0.00 horas do dia 5 de outubro de 2010 em todo país.

( Fotografia e texto retirados do Facebook)

U2 - Elevation - Em Coimbra

Luto Nacional


FAÇAMOS UMA REVOLUÇÃO PACIFICA!! PARA PROTESTO COLOQUE UMA BANDEIRA/PANO PRETO NA JANELA DA VOSSA CASA E DEIXEM FICAR COMO FIZERAM NO EURO 2004. MOSTREM A VOSSA INDIGNAÇÃO POR ESTAS POLITICAS, POLITICOS, GESTORES, ETC...

VISITA DE FERNANDO NOBRE AO DISTRITO DE COIMBRA - de 12 a 16 de Outubro

PROGRAMA OFICIAL


VISITA DE FERNANDO NOBRE AO DISTRITO DE COIMBRA - de 12 a 16 de Outubro


Terça, 12 de Outubro: Coimbra
12:45h - Almoço na cantina da Universidade (Sereia) - contacto com estudantes da ACC
15:30h - Visita à Casa de Infância Elísio de Moura - Coimbra
16:00h - Encontro com a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra, seguida de visita às Secções e Organismos Autónomos da ACC
18:00h - Entrevista à RUC - Rádio Universidade de Coimbra
18:45h - Entrevista ao Jornal A Cabra - Jornal Universitário de Coimbra
19:45h - Jantar na cantina da Universidade (sala B-POLO I) - contacto com estudantes da AAC
21:00h - Casa Municipal de Coimbra (sala Francisco Sá de Miranda):
* conferência: ”Cidadania, Esperança e Mudança”, por Fernando Nobre
* apresentação da Comissão de Honra Distrital
* canção de Coimbra com Luiz Goes e Carlos Carranca
Quarta, 13 de Outubro: Figueira da Foz e Montemor-o-Velho
10:00h - Visita à Celbi-Altri - Figueira da Foz
11:30h - Visita ao Hospital da Figueira da Foz
13:00h - Almoço com o Pessoal do Hospital da Figueira da Foz
16:30h - Recepção pelo Ex. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho
17:00h - Visita ao Centro de Alto Rendimento de Remo e Canoagem - Montemor-o-Velho
17:30h - Encontro com os agricultores do Baixo Mondego
20:00h - Jantar em Tentúgal (Casa Arménio) com voluntários e simpatizantes da candidatura
Quinta, 14 de Outubro: Cantanhede e Mira
10:00h - Visita ao Biocant com a presença do Ex. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede
11:15h - Visita à Adega Cooperativa de Cantanhede
12:00h - Visita à Associação Sócio-Cultural Pró-Lemede 13:00h - Almoço no Hotel Marquês de Marialva
15:30h - Visita à CERCIMIRA- Cooperativa Educação Reabilitação de Cidadãos Inadaptados
16:30h - Recepção nos Paços do Concelho de Mira, pelo Ex. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Mira
17:30h - Visita à Acuinova (Pescanova) - Mira
20:00h - Jantar em Ançã, com voluntários e simpatizantes
Sexta, 15 de Outubro: Coimbra e Lousã
10:00h - Visita à Critical Software
11:30h - Visita a uma Unidade de Saúde em Coimbra
13:00h - Almoço com voluntários e simpatizantes da candidatura
15:30h - Recepção pelo Ex. Sr. Presidente da Câmara Municipal da Lousã
16:00h - Colocação de um ramo de flores no busto ao Dr. José Cardoso
16:30h - Visita à Fábrica do Licor Beirão
17:15h - Visita à ARCIL
18:00h - Debate: “A RES PÚBLICA”, no Auditório Municipal da Lousã
19:30h - Visita à ADIC e recepção do candidato em Vilarinho pelo Rancho e Grupo de Concertinas.
20:30h - Jantar no Restaurante O Carocha (Foz de Arouce) com voluntários e simpatizantes
Sábado, 16 de Outubro: Oliveira do Hospital, Arganil e Coimbra
11:30h - Visita à Santa Casa da Misericórdia de Galizes
13:00h - Almoço no Restaurante Casa da Beira com voluntários e simpatizantes da candidatura 15:30h - Visita à Santa Casa da Misericórdia de Arganil
18:00h - Encontro com as Associações do Planalto do Ingote e do Monte Formoso
20:00h - Jantar de encerramento no Restaurante A DEMOCRÁTICA - Coimbra, com voluntários e simpatizantes
Destacamos dois importantes momentos desta jornada APELANDO À DIVULGAÇÃO DAS ACÇÕES E À PARTICIPAÇÃO DE TODOS.
* dia 12 de Outubro, 21:00h - na Casa Municipal da Cultura (sala Francisco Sá de Miranda): discurso de Fernando Nobre / apresentação da Comissão de Honra distrital e canção de Coimbra com Luiz Goes e Carlos Carranca;
* dia 16 de Outubro, 20:00h - jantar de encerramento no Restaurante A DEMOCRÁTICA-Coimbra (menu completo - 9 euros; contactos para inscrições: Ercília Bilro 915 137 533; Manuel Cruz 962313330)
Cordiais Saudações.

Querem tratar da saúde aos moradores da Baixa

Posto médico Sá da Bandeira
Em meu nome e especialmente em nome de todos os moradores da Baixa de Coimbra, principalmente dos idosos que sentem dificuldades de mobilidade, fracos recursos financeiros, deficientes e dos que vivem sozinhos, sinto-me na obrigação de alertar para o “suicídio” que se está a preparar para quando necessitarem de se deslocarem ao seu médico de família para uma consulta, para obter uma receita médica ou fazer um penso na Extensão do Centro de Saúde Sá da Bandeira.
Tive o conhecimento que a partir do início de Outubro, o Posto Medico Sá da Bandeira, é assim que é conhecido entre a população, vai começar a funcionar em duas instalações distintas. Uns Utentes vão para o Centro de Saúde de Celas e outros para um edifício na Rua José Falcão, mas ambos de forma provisória, pois ambos vão ser deslocados para bem longe da Baixa da Cidade, mais propriamente para o actual Hospital Pediátrico, causando enormes transtornos a quem se quer deslocar ao medico, principalmente aos grupos mais vulneráveis.
Espero que esta mudança não traga para já um esvaziamento de médicos, pois os utentes só querem mais e melhor saúde e dizem não à morte lenta do Posto Médico.
Mas uma das minhas principais preocupações no imediato, é o problema de mobilidade dos idosos, que na sua maioria vivem sozinhos e não possuem recursos financeiros para se deslocarem de táxi para o Centro de Saúde. As paragens dos autocarros ficam distantes do Centro de Saúde de Celas bem como do Edifício que vai servir de Centro de Saúde na Rua José Falcão e esta situação vai-se agravar drasticamente quando mudarem definitivamente para o actual Hospital Pediátrico, onde as paragens ainda ficam bastante mais longe e o acesso para o mesmo é bastante longo e com uma inclinação bastante acentuada.
Está na hora de deixar de fazer cortes de forma cega na Saúde, sem se pensar nos nossos idosos, mulheres grávidas e com crianças ao colo que necessitam de utilizar os médicos de família de forma quase permanente.
Neste caso em concreto, porque não pensar numa solução de futuro e instalar uma Extensão de Saúde mesmo na Baixa da cidade, já que a maioria dos Utentes do referido Centro reside na Baixa da cidade e na zona da Almedina.
Antes que seja tarde, é urgente o envolvimento de todos para evitarmos este “atentado” contra os moradores da Baixa da Cidade.
Pensem no futuro sem esquecer quem nos deu o nosso presente.

Jorge Neves
Vogal Independente Assembleia de Freguesia São Bartolomeu

Proposta de Gabinete de Apoio Social e Cívico

Em reunião da Assembleia de Freguesia de São Bartolomeu, reunida hoje 30 de Setembro de 2010e conforme o Art.º 9 alínea j) do Regimento da Assembleia de Freguesia cumpre-me apresentar uma Proposta de Projecto e saudar todos os presentes.
Numa época em que tantos cidadãos sofrem em Portugal com o desemprego e a exclusão social, venho aqui propor que seja criado um Gabinete de Apoio Social e Cívico para os moradores da Freguesia São Bartolomeu para que se promovam uma sociedade mais justa e equilibrada sob o ponto de vista social.
Gabinete este, que preste um serviço comunitário gratuito, constituído principalmente por aposentados, que executam pequenas obras públicas e apoio domiciliário a famílias carenciadas e de mobilidade reduzida.
Ofereço-me desde já como voluntário, uma vez que sou membro da Assembleia de Freguesia, tenho aptidão física para executar as mais diversas tarefas.
Apresento esta minha proposta para aprovação, pois reproduzir gestos de solidariedade e de serviços comunitários é sempre de louvar.

Coimbra, 30 Setembro de 2010
O PROPONENTE
Jorge Neves (Independente)

Proposta para Folha de São Bartolomeu


Em reunião da Assembleia de Freguesia de São Bartolomeu, reunida hoje 30 de Setembro de 2010e conforme o Art.º 9 alínea j) do Regimento da Assembleia de Freguesia cumpre-me apresentar uma Proposta de Projecto, que consiste na criação da Folha de São Bartolomeu.

Num período em que tanto se fala das NOVAS TECNOLOGIAS, ainda existem muitos cidadãos, que devido à sua idade ou por uma questão de resistência a estas modernidades, ainda continuam a preferir o meio de comunicação tradicional para se manterem informados do que os rodeia. Venho aqui propor que seja criado uma Folha de São Bartolomeu, onde seja transcrita toda a informação do trabalho do Executivo da Junta de Freguesia, com distribuição gratuita.
Ofereço-me desde já para ajudar na sua elaboração caso seja solicitado.
Apresento esta minha proposta para aprovação, pois a informação do trabalho realizado pela Junta de Freguesia é um dos gestos de transparência para com todos.
Coimbra, 30 Setembro de 2010

O PROPONENTE

Jorge Neves (Independente)

A minha participação na Runião da Assembleia de Freguesia São Bartolomeu

- Felicitar por grande êxito da Noite Branca. (Teve três falhas pontuais a melhorar: o horário da recolha do lixo, a hora bastante tardia da primeira intervenção dos artistas na Praça do Comercio e as ruas estavam bastante sujas. E um voto de protesto para o Bloco de Esquerda por aproveitar a Noite Branca para fazer campanha para as presidenciais).
- Falta de recursos humanos na EB1 São Bartolomeu
- Contentor do lixo junto ao portão da entrada
- Pinos metálicos e as correntes e frente à entrada principal da EB1 São Bartolomeu
- Possibilidade de disponibilizar uma sala da junta para a prática de ginástica dos alunos da Escola
- Consumo e Trafico de droga no Beco de Santa Maria
- Se já foi comunicado o inicio da demolição do prédio da Travessa dos Canivetes
- Proposta de Projecto Gabinete de Apoio Social e Cívico *
- Proposta de Projecto para a criação da Folha São Bartolomeu, onde seja mencionada toda a actividade da Junta *
- Mudança de instalações da Extensão do Centro de Saúde da Sá da Bandeira.
- Problema da recolha do lixo devido aos carros estacionados à noite na Rua da Sota
- Qual o funcionamento dos dois lugares de estacionamento em frente á pastelaria Estação Doce reservados para a Junta de Freguesia.
- Saber da Possibilidade de serem repostas as correntes na Praça do Comércio, ajuda a recuar e a disciplinar os vendedores ambulantes e ao mesmo tempo deixavam a passagem liberta para os peões.

No meu entender, não fica nada bem encerrar a Cozinha Económica a seguir a um fim-de-semana e antes de um feriado, pode crer que não fica mesmo. Pode levar ao pensamento de uma tolerância de ponto de forma disfarçada, muito embora já tenham garantido ao meu amigo Luís do blogue Questões Nacionais que os funcionários vão todos trabalhar á mesma e o porque de se encontrarem encerrados na segunda-feira conforme o aviso colocado na porta, não desconfiando da justificação, vou estar à mesma atento e vigilante.
Ainda não consegui entender porque encerram ao Sábado e Domingo. Os utentes daquele serviço não merecem comer ao fim de semana? Nem aos feriados? Qual a razão dos funcionários da Cozinha Económica não trabalharem por turnos rotativos ao fim de semana e feriados?
P.S: Segundo me informaram a Segurança Social passa e de certeza que vai passar para a próxima segunda-feira, as senhas de emergência a quem necessitar de ir comer à Cozinha Económica.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Tibuto ao dia Internacional da Musica

ANTES DE PENSAR EM BEBER PENSE NOS OUTROS.

Principais medidas para o OE 2011 e reforço da execução orçamental de 2010

Eles fazem a porcaria e nós é que pagamos!!!!




O que nos espera para 2011

(Foto da Web)
Entre as 19 medidas apresentadas, 15 são do lado da despesa e as restantes quatro do lado da receita.
Despesa
1 – Reduzir os salários dos órgãos de soberania e da Administração Pública, incluindo institutos públicos, entidades reguladoras e empresas públicas. Esta redução é progressiva e abrangerá apenas as remunerações totais acima de 1500 euros/mês. Incidirá sobre o total de salários e todas as remunerações acessórias dos trabalhadores, independentemente da natureza do seu vínculo. Com a aplicação de um sistema progressivo de taxas de redução a partir daquele limiar, obter-se-á uma redução global de 5% nas remunerações;
2 - Congelar as pensões;
3 - Congelar as promoções e progressões na função pública;
4 -Congelar as admissões e reduzir o número de contratados;
5 - Reduzir as ajudas de custo, horas extraordinárias e acumulação de funções, eliminando a acumulação de vencimentos públicos com pensões do sistema público de aposentação;
6 - Reduzir as despesas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente com medicamentos e meios complementares de diagnóstico;
7 - Reduzir os encargos da ADSE;
8 - Reduzir em 20% as despesas com o Rendimento Social de Inserção;
9 - Eliminar o aumento extraordinário de 25% do abono de família nos 1º e 2º escalões e eliminar os 4º e 5º escalões desta prestação;
10 - Reduzir as transferências do Estado para o Ensino e sub-sectores da Administração: Autarquias e Regiões Autónomas, Serviços e Fundos Autónomos;
11 - Reduzir as despesas no âmbito do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC);
12 - Reduzir as despesas com indemnizações compensatórias e subsídios às empresas;
13 - Reduzir em 20% as despesas com a frota automóvel do Estado;
14 - Extinguir/fundir organismos da Administração Pública directa e indirecta;
15 - Reorganizar e racionalizar o Sector Empresarial do Estado reduzindo o número de entidades e o número de cargos dirigentes.
Receita
1 - Redução da despesa fiscal
· Revisão das deduções à colecta do IRS (já previsto no PEC);
· Revisão dos benefícios fiscais para pessoas colectivas;
· Convergência da tributação dos rendimentos da categoria H com regime de tributação da categoria A (já previsto no PEC);
2 - Aumento da receita fiscal
· Aumento da taxa normal do IVA em 2pp.;
· Revisão das tabelas anexas ao Código do IVA;
· Imposição de uma contribuição ao sistema financeiro em linha com a iniciativa em curso no seio da União Europeia;
3 - Aumento da receita contributiva
· Aumento em 1 pp da contribuição dos trabalhadores para a CGA, alinhando com a taxa de contribuição para a Segurança Social.
· Código contributivo (já previsto no PEC).
4 - Aumento de outra receita não fiscal
· Revisão geral do sistema de taxas, multas e penalidades no sentido da actualização dos seus valores e do reforço da sua fundamentação jurídico-económica.
· Outras receitas não fiscais previsíveis resultantes de concessões várias: jogos, explorações hídricas e telecomunicações.

INDIGNEM-SE e NÃO SE ESQUEÇAM!!!

(Foto da Web)
Perguntas para Bingo:


O Governo anunciou cortes nos salários da função pública. Uma vergonha vinda de um governo socialista (como a de Zapatero, ou a do governo grego). Sim, já sei que a direita há muito que o pedia e que os "economistas" do costume nos dirão que tem de ser. Mas o que teria de ser era acabar com a pouca vergonha de desmandos na administração pública:
- quer o Governo acabar com as mordomias dos gabinetes políticos?
- quer o Governo retirar carros a administradores e directores de empresas públicas (eles têm os seus, certo?, podem ir para o trabalho nos seus, como todos os portugueses, certo?)?
- quer o Governo taxar os bancos como cobra às outras empresas e taxar as mais-valias em 23 por cento (tendo como referência o IVA)?
- quer o Governo acabar com salários obscenos nas empresas (que envergonhadamente dizem não ser) estatais, como a EDP, PT e Galp, por exemplo?,
- quer o Estado, através das câmaras municipais, acabar com as empresas municipais, que têm mais de dois mil administradores?
- quer o Governo anunciar uma redução dos salários dos seus membros em 35 por cento e estabelecer mais reduções no caso de falharem os objectivos?
- quer o Governo explicar porque todas as medidas draconianas anunciadas desde 2002, para reduzir o défice, resultaram em nada?
- quer o Governo (e o CDS-PP) explicar porque pagamos milhões em submarinos?
- quer o Governo dizer-nos se, depois disto tudo, se acaba de vez o garrote em que vivemos, ou vamos continuar a ouvir Teixeira dos Santos, Sócrates (e Passos) voltarem a anunciar mais medidas para cobrar aos portugueses?
Anabela Amaral
"Não venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as vezes que deixei de lutar" (Desconheço o autor)
(Recebido por e-mail)

Cortar nos salários da função pública

Eu não compro mais o Expresso enquanto este senhor lá escrever!

Crónica de um tal Henrique Raposo no Expresso [a verde] ... E a seguir, a competente reposta!!!
Cortar nos salários da função pública
Todos os países a viver uma situação semelhante à nossa já cortaram nos salários da função pública. Nós precisamos de fazer a mesma coisa.
Se não o fizermos, o FMI tratará do assunto.
I. Meus amigos, nós estamos a pagar 6% sobre a nossa dívida. Isto é insustentável. A cada hora (repito: a cada hora), o Estado endivida-se em 2.5 milhões de euros. Isto é insustentável. O governo tem de reduzir a despesa pública, e só há uma forma séria de o fazer: cortar nos salários da função pública. Sem um corte na massa salarial dos funcionários do Estado, será impossível controlar a despesa.
Impossível. Acabou a festa, meus amigos. Nós não podemos gastar 15% do PIB só em salários do funcionalismo público. Não podemos. 15 cêntimos de cada euro que v. ganha, caro leitor, são destinados aos salários da função pública. Acha isto justo?
II. O drama de Portugal é este: o Estado endivida-se para abastecer os direitos adquiridos do statu quo, e não para fazer reformas-chave. O problema é que esta dívida enorme que estamos a acumular é apenas para gastos de tesouraria. Perante isto, meus amigos, a primeira coisa a fazer é esta: cortar nos insustentáveis salários da função pública. Se o governo não o fizer (e o PSD e CDS deviam apoiar o PS nesse sentido), o FMI tratará disso no dia em que o Estado não arranjar dinheiro para pagar o 13.º mês aos seus santos funcionários. E esse dia está a chegar.
III. A este respeito, convém reler um artigo de Pedro Maia Gomes (professor na Universidade Carlos III, Madrid), publicado no Expresso de 4 de Setembro. As contas dos privilégios insustentáveis dos funcionários públicos começam assim: "pessoas com características similares recebem mais 16% de salário no sector público". Depois, os salários da função pública sobem sempre, e nunca estão anexados à produtividade. Numa empresa (i.e., na realidade) aumentos acima da produtividade significam a falência. No Estado, esta prática irracional é conhecida pelo eufemismo de "direitos adquiridos".
IV. Perante esta realidade, uma redução nos salários da função pública seria sempre uma medida justa, no sentido de atenuar a assimetria entre o público e o privado. Ora, na actual conjuntura, um corte na função pública não é só justo: é igualmente necessário. Segundo Pedro Maia Gomes, um corte de 10% na função pública permitiria reduzir 2 mil milhões de euros por ano na despesa (1.4% do PIB). É aqui que devemos cortar, e não nos apoios sociais como o subsídio de desemprego. Mas repare-se no seguinte: José Sócrates já mexeu em todos os subsídios, mas ainda não mexeu onde devia ter mexido: nos salários da função pública.
PS: Convém lembrar que nos paraísos nórdicos os funcionários públicos têm sempre salários mais baixos do que no sector privado. E é o que faz sentido: porque um trabalhador do estado terá sempre mais segurança do que um trabalhador do sector privado. Mas, em Portugal, os nossos santos funcionários públicos têm o melhor dos dois mundos: salários mais altos e segurança à prova de bala.
É assim:
Uma crónica aqui, um comentário ali, um "estudo" acolá, um perito conferencia em qualquer lado e, paulatinamente, torna-se uma inevitabilidade "15 cêntimos de cada euro que v. ganha, caro leitor, são destinados aos salários da função pública " fica-me uma interrogação -quanto pagou ele de impostos? Não sei, não posso saber, há sigilo fiscal, no entanto o meu salário é público. Está disponível na internet e em papel no Diário da República. Sobre esse salário também eu paguei os 15 cêntimos por cada euro que realmente ganhei.
Sim, por cada euro que realmente ganhei pois eu não recebo envelopes no final do ano, nem tenho carro da empresa, nem telefone, nem criei uma empresa à qual pertence a minha casa e os meus carros. Não tenho nada, apenas o meu salário que é público, sem sigilo. Ainda hoje lia no jornal que os gestores da REN são obrigados a entregar declaração de rendimentos mas requereram que ela ficasse sigilosa. Porquê ?
Porque é o meu ordenado público e o deles não?
Ah os malditos dos funcionários públicos... E as parcerias público-privadas que sugam mais dinheiro que um tornado do Arkansas? E os Magalhães que rapidamente foram encostados? E as SCUT (lembram-se de João Cravinho, o pai delas e grande "combatente contra a corrupção" que, coitado, lá foi trabalhar para o estrangeiro para um bom tacho) criação deste partido que agora acaba com elas. E a Liscont dos contentores, e a Lusoponte de Ferreira do Amaral e agora de Jorge Coelho através da Mota Engil dona da AENOR que era presidida (se calhar ainda é) por Luís Parreirão Gonçalves, presidente também de não sei quantas SCUT, que era secretário de Estado do governo de Guterres que...criou as SCUT e concessionou várias ? E os pareceres jurídicos encomendados a sociedades de advogados e pagos a pesos de ouro? E os 30 milhões de euros pagos à GESCOM do grupo Espírito Santo por intermediação na compra dos submarinos? E..? E..? E...?
E quem paga isso tudo? Os 15 cêntimos sobre todo e cada euro que eu, funcionário público de salário público não sigiloso, recebo. E agora querem que ganhe menos para terem mais dinheiro para mais pareceres, mais comissões, mais parcerias da treta.
E a verdade é só uma, querem que eu passe a ganhar menos mas pagar...bom, pagar vou continuar a pagar o mesmo ou mais.
Será que Henrique Raposo está disposto a mostrar em que carro anda, em que casa mora e sobre quanto pagou impostos?
Eu estou,
Quantos deste gurus estão ?
(Recebido por e-mail)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Dia Mundial da Música no Mosteiro do Lorvão

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição devido à lotação da sala, para:
Raquel Morgado
239701391

ESCLARECIMENTO DO VEREADOR DA CDU, FRANCISCO QUEIRÓS


A propósito da reunião de câmara de ontem, cuja divulgação agradecemos.
DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO
GABINETE DO VEREADOR
Processado por computador


Departamento de Habitação • Rua da Sofia, 47 – 1º • 3000-390 Coimbra • Telefone: 239 852 550 • Fax: 239 852 555
Aos Órgãos de Comunicação Social
Agradecemos a divulgação do seguinte:
ESCLARECIMENTO DO VEREADOR DA CDU, FRANCISCO QUEIRÓS
A PROPÓSITO DA REUNIÃO DE CÂMARA DE 27 DE SETEMBRO DE 2010
Tal como divulgado ontem, o Vereador da CDU na Câmara Municipal de Coimbra, Francisco Queirós, votou contra a proposta apresentada à reunião de Câmara pela maioria PSD, de deliberação no sentido da manifestação do interesse do município na proposta de fusão em “alta” entre a SIMLIS e a ÁGUAS DO MONDEGO SA e ainda sobre a proposta de remeter às ÁGUAS DO MONDEGO a manifestação do interesse do Município em aprofundar a parceria para as “baixas”.
A proposta acabou aliás por ser aprovada com os votos favoráveis da maioria e com os votos contra da CDU e do PS.
Na sequência duma reunião que roçou o caricato, vem agora o PS, através do Vereador e presidente da Comissão Concelhia de Coimbra, Carlos Cidade, acusar o Vereador da CDU de não ter aceite o repto que por si lhe foi feito, para abandonar a sala, não votando, e provocando a falta de quórum na reunião.
Importa então esclarecer:

•É verdade que no decorrer da reunião, Carlos Cidade propôs ao Vereador da CDU que PS e CDU abandonassem a sala, impedindo a votação da proposta por falta de quórum.
•Ora, abandonar a reunião teria um único efeito cuja utilidade se nos afigura difícil de perceber: o fim da reunião e o adiamento da votação da proposta para uma próxima.
Estarão, então, os Vereadores do PS a considerar como estratégia de intervenção nesta importante matéria abandonar a reunião, quebrando o quórum, sempre e cada vez que o executivo a inclua na ordem do dia?
É facto que o PS, assumindo a postura de vereação em regime de “quando em vez”, procura fugir às questões quando sente que o seu voto pode ser prejudicial para a sua imagem. São já, aliás, várias as vezes que ao longo deste mandato o PS abandonou as reuniões de Câmara, demitindo-se de votar e negligenciando o mandato que lhe foi conferido pelos eleitores de Coimbra, tal como aconteceu, por exemplo, na anterior reunião do executivo municipal, aquando da votação da proposta de referendo sobre a abertura das grandes superfícies nas tardes de domingos e feriados.
•Assim, à proposta em surdina de que acompanhasse o PS em retirada o Vereador da CDU respondeu de imediato que, ao contrário do PS, useiro e vezeiro neste estratagema, os eleitos da CDU estão em órgãos autárquicos para transmitirem as suas opiniões e votarem em consciência, quer saiam derrotados ou vitoriosos nas suas posições.
Não será de estranhar que o PS adopte este tipo de estratagemas. O mesmo PS, os mesmos vereadores socialistas, em plena reunião, enquanto faziam estas propostas, pareciam interessados em deixar passar a proposta do PSD, aliás consentânea com as propostas do Governo, desde que não saíssem “chamuscados” perante a opinião pública.
Numa lógica de empurrar a discussão “com a barriga” mais não dizem afinal do que “continuem lá as conversas e negociações… mas não nos façam votar…”
•Ora, a CDU é contrária à prática irresponsável de abandono de reuniões que traduz apenas uma completa demissão em relação às matérias em discussão e à defesa dos interesses do concelho.
Ora, isto não é sério!
É aliás uma muito estranha forma de entender e exercer a democracia!
A CDU é contra um tipo de exercício democrático do poder “às vezes”, quando convém.
Os munícipes, eleitores ou não da CDU, podem ficar cientes, que a CDU não foge às suas responsabilidades e que os seus representantes, tendo sido eleitos, estão presentes e decidem e votam, quer as grandes quer as pequenas questões.
Coimbra, 28 de Setembro de 2010
O Gabinete de Apoio ao Vereador Francisco Queirós (CDU)
GAV/FPQ
28.09.10

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A frase tem 2064 anos ...

Quem diria...
O Homem sabia do que falava......
Será que sonhava com Portucale!!!

Deixe o seu cérebro trabalhar...

Coimbra acolhe marcha branca contra a pobreza a 17 de Outubro

Uma marcha branca contra a pobreza e a entrega de um manifesto anti-pobreza às autoridades públicas de Coimbra, a 17 de Outubro, são iniciativas previstas num projecto divulgado hoje, associado aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
Intitulado “Coimbra Unida contra a Pobreza”, o projecto decorre entre 11 e 18 de Outubro e visa informar e sensibilizar a população sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), nomeadamente sobre o primeiro: reduzir a pobreza e a fome, em 50 por cento, até 2015.
A 17 de Outubro, Dia Mundial da Erradicação da Pobreza, vai realizar-se uma “marcha branca” contra este flagelo, ligando a Praça da República ao Parque Verde.
No final, será entregue às autoridades públicas – Câmara, Governo Civil e deputados – um manifesto anti-pobreza, no âmbito de um movimento internacional para criar uma rede de cidades justas.
“Coimbra será a primeira cidade a receber este manifesto”, explicou, em conferência de imprensa, Rosário de Almeida e Sousa, presidente da Atlas - Associação de Cooperação para o Desenvolvimento, uma das entidades envolvidas no projecto.
A campanha “Cidades Justas” pretende “encorajar os municípios portugueses a seguir um percurso para a sustentabilidade nas suas dimensões social, ambiental e económica”.
De acordo com Rosário de Almeida e Sousa, Coimbra será a primeira cidade, a nível mundial, em que a sociedade civil se organiza para entregar o manifesto às autoridades públicas, comprometendo-as assim na luta contra a pobreza.
Dinamizado por uma plataforma que reúne 33 instituições, envolvidas com o objectivo de lutar contra a pobreza, e apresentado em conferência de imprensa na Casa Municipal da Cultura, o projecto compreende, a 13 de Outubro, uma conferência sobre “A Ajuda Pública ao Desenvolvimento e os ODM – o ponto de situação em 2010”.
Integra ainda uma feira de comércio justo e uma exposição temática sobre os ODM.
Entre várias actividades, está previsto um ciclo de cinema e a projecção do documentário “Cinema de Bairro”, seguido de tertúlia.
A criação de um fundo contra a pobreza, cujo primeiro beneficiário será um projecto de inclusão social desenvolvido na cidade, é outra das iniciativas, explicou Mariana Coimbra, do gabinete de comunicação da plataforma.
Intervieram também na sessão Hernâni Caniço, presidente da Associação Saúde em Português, Rui Moreira Claro, da Secção de Defesa dos Direitos Humanos da Associação Académica de Coimbra (AAC), e Raquel Freire, da Atlas, representando as três instituições que integram o secretariado executivo desta rede de parceiros.
“Para que o combate à pobreza tenha sucesso é necessário que existam políticas públicas de combate à pobreza, além do envolvimento da sociedade civil”, sublinhou Hernâni Caniço, na conferência de imprensa, que contou também com a participação da vereadora da Cultura da Câmara de Coimbra, Maria José Azevedo Santos, e do presidente da AAC, Miguel Portugal.
A Declaração do Milénio foi assinada em 2000 por chefes de Estado e de Governo de 189 países, que se comprometeram a lutar contra a pobreza e a fome, a desigualdade de género, a degradação ambiental e o vírus do VIH/SIDA, a malária e outras doenças, assumindo ainda o compromisso de melhorar o acesso à educação, a cuidados de saúde e à água potável.
Diário Digital / Lusa

domingo, 26 de setembro de 2010

CAPT-Campanha Anti-Tourada Portugal

Caros/as amigos/as do CAPT - CAMPANHA ANTI-TOURADA PORTUGAL

O CAPT tem como objectivo chegar ao mínimo de 15.000 assinaturas na sua petição, até ao fim do próximo mês de Outubro, pois pretende fazer chegar a petição à Assembleia de República Portuguesa durante o próximo mês de Novembro.
Por esta razão, e porque precisa do máximo de colaboração possível para atingir esta meta, o CAPT resolveu lançar este evento.
Pelos touros e também pelos cavalos, colaborem com o CAPT, assinando a nossa petição e divulgando-a o máximo possivel, nos vossos blogs, nas vossas páginas, por mail.
PETIÇÃO PELO FIM DAS CORRIDAS DE TOUROS EM PORTUGAL
Clique abaixo:

200 anos da Batalha do Buçaco


Ana Moura- Os Búzios

Cartoon do ano

FUNÇÃO PÚBLICA

"Meus amigos:
Trabalho no privado e ganho 475€ na folha de ordenado e por "baixo da mesa" recebo da Empresa onde trabalho mais 1200€ em papel moeda.
Tenho direito a automóvel da Empresa de alta cilindrada e envelopes mensais recheados com 300 € para gasóleo.
Tenho ainda direito a almoço completo no bar da Empresa com grande variedade e qualidade pagando apenas uma senha no montante de 1 € por dia.
Quando vou à Caixa de Previdência, marcar uma consulta estou isento de taxa moderadora, porque na minha folha de ordenado apenas aparecem os 475€.

Esta é a realidade de milhares de trabalhadores portugueses!.
A minha esposa que tirou um curso superior, trabalha na função pública com horário oficial das 09 às 17h. Nunca consegue sair antes as 19:30 horas , sem ganhar um cêntimo que seja, dado que do quadro de 6 funcionários 3 foram aposentados e não foi colocado mais nenhum!.
Ganha 800 €uros, já com subsídio de refeição incluído, desconta mensalmente 150€ de I.R.S; 50€ para a Caixa Geral de Aposentações, 25 € para a ADSE , 10€ para uma verba que se destina ao pagamento futuro do funeral (comum a todos os funcionários públicos), e outros mais descontos que não me lembro.
Feitos os descontos fica com 565€ "limpos", dos quais ainda retira 58 € mensais para o passe e gasta cerca de 5€ diários para almoçar de pé ao balcão de um café.
Trabalha num Edifício público degradado, a manusear pastas de documentos cheias de pó onde circulam baratas ratos e outras pragas, e com computadores e sistemas informáticos do século passado, sempre a encravar. Atende dezenas de cidadãos por dia portadores das mais diversas doenças infecto - contagiosas e tem a seu cargo assuntos de muita responsabilidade.
Há dois anos que o Sócrates lhe congelou o ordenado e não preenche o quadro de pessoal, no entanto, os inspectores do serviço, aparecem a cada passo em cena, de forma prepotente a dizer que o trabalho devia estar mais em dia!.
Quando a minha esposa vai à Caixa de Previdência marcar uma consulta paga taxa moderadora. Se for a um médico da ADSE de descontos obrigatórios, paga a totalidade da consulta , e largos meses depois, recebe uma pequena percentagem do que pagou.
Todos os dias no serviço "ouve bocas" dos utentes contra a função pública, que imaginam ser um "mar de rosas".
E vocês neste cenário socratista, gostariam de ser funcionários públicos?. Eles é que são os parvos que pagam os impostos na totalidade e sustentam o país!.
É claro que eu com o que ganho por fora, comprei um seguro de saúde a uma Companhia de Seguros, e vou aos médicos que quero!.
Sou um "coitadinho" do privado que só ganho oficialmente 475€, tinha direito a isenção de taxa moderadora, mas mesmo assim não estava para esperar 6 anos por uma consulta, que com a saúde não se brinca! .
Quando a minha esposa chega a casa vem exausta de um trabalho, que se fosse num privado, aparecia o IDICT e a ASAE e encerravam de imediato a porta por falta de condições!.
Quando o Sócrates ataca a função pública, é apenas música para analfabetos que apenas possuem orelhas!"