sábado, 14 de janeiro de 2012

Estes jovens não precisam de emigrar:



Lista de 29 assessores / adjuntos de Ministérios, todos de idade inferior a 30 anos, havendo 14 "especialistas" com idades entre os 24 e os 25 anos.

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL (2)

Cargo: Assessora

Nome: Ana Miguel Marques Neves dos Santos

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Adjunto

Nome: João Miguel Saraiva Annes

Idade:28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.183,63 €

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS (1)

Cargo: Adjunto

Nome: Filipe Fernandes

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 2.633,82 €

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (4)

Cargo: Adjunto

Nome: Carlos Correia de Oliveira Vaz de Almeida

Idade: 26 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

 Cargo: Assessor

Nome: Bruno Miguel Ribeiro Escada

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 2.854 €

Cargo: Assessor

Nome: Filipe Gil França Abreu

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 2.854 €

Cargo: Adjunto

Nome: Nelson Rodrigo Rocha Gomes

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2)

Cargo: Assessor

Nome: Jorge Afonso Moutinho Garcez Nogueira

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Assessor

Nome: André Manuel Santos Rodrigues Barbosa

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 2.364,50 €

MINISTRO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES (5)

Cargo: Especialista

Nome: Diogo Rolo Mendonça Noivo

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Adjunto

Nome: Ademar Vala Marques

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista

Nome: Tatiana Filipa Abreu Lopes Canas da Silva Canas

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista

Nome: Rita Ferreira Roquete Teles Branco Chaves

Idade: 27 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3069,33 €

Cargo: Especialista

Nome: André Tiago Pardal da Silva

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA ECONOMIA (8)

Cargo: Adjunta

Nome: Cláudia de Moura Alves Saavedra Pinto

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: Tiago Lebres Moutinho

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: João Miguel Cristóvão Baptista

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: Tiago José de Oliveira Bolhão Páscoa

Idade: 27 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: André Filipe Abreu Regateiro

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: Ana da Conceição Gracias Duarte

Idade: 25 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: David Emanuel de Carvalho Figueiredo Martins

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: João Miguel Folgado Verol Marques

Idade: 24 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA (3)

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: Joana Maria Enes da Silva Malheiro Novo

Idade: 25 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista/Assessor

Nome: Antero Silva

Idade: 27 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista

Nome: Tiago de Melo Sousa Martins Cartaxo

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA SAÚDE (1)

Cargo: Adjunto

Nome: Tiago Menezes Moutinho Macieirinha

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 3.069,37 €

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CIÊNCIA (2)

Cargo: Assessoria Técnica

Nome: Ana Isabel Barreira de Figueiredo

Idade: 29 anos

Vencimento Mensal Bruto: 2.198,80 €

Cargo: Assessor

Nome: Ricardo Morgado

Idade: 24

Vencimento Mensal Bruto: 2.505,46 €

SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA (1)

Cargo: Colaboradora/Especialista

Nome: Filipa Martins

Idade: 28 anos

Vencimento Mensal Bruto: 1.950,00 €

Fonte: http://www.portugal.gov.pt/
 

"O exemplo convence-nos mais do que as palavras" SENECA (4 a 65dC)

Pais fazem plantão para ver a comida dos filhos

Fotografia do DN online

Queixas sobre a falta de qualidade das refeições escolares já chegaram à DREC


"Revezam-se todos os dias, desde outubro, para se certificarem de que os filhos se alimentam bem no refeitório. E, esta semana, os pais das crianças que frequentam a Escola Básica de Assafarge (Coimbra) nem queriam acreditar quando perceberam que as crianças tinham comido, durante a hora de almoço, algo que só tinha grão, batata e supostamente algum peixe.
"É intolerável o que se passa com as refeições escolares", diz ao DN Carlos Cidade, que tem vindo a denunciar o caso nas reuniões da autarquia. Face ao que classificam de "comida intragável", a associação de pais da EB1 de Assafarge apresentou queixa na Direção Regional de Educação do Centro."

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A Plataforma Mondego Vivo e a Câmara Municipal de Penacova vão organizar um colóquio no próximo sábado dia 21 de Janeiro



A Plataforma Mondego Vivo e a Câmara Municipal de Penacova vão organizar um colóquio no próximo sábado dia 21 de Janeiro de 2012 da parte da tarde sobre os impactos da Mini-Hídrica prevista para o rio Mondego na Foz do Caneiro.
Vão estar presentes e intervir os Presidentes das Câmaras Municipais de Coimbra, Penacova e Vila Nova de Poiares, da empresa Mota Engil e um conjunto de personalidades que farão intervenções do ponto de vista ambiental, económico, social, cultural e energético: Dr. Nelson Correia Borges (Universidade de Coimbra), Dr. Eugénio Sequeira (Liga Protecção Natureza), Dra. Helena Freitas (Liga Protecção Natureza), Dr. Carlos Fonseca (Universidade de Aveiro), Dr. Pedro Almeida (Universidade de Évora), Dr. João pardal (C.M.Coimbra), Dra. Teresa Fidelis (ARHCentro), Dr. Paulo Silva (representante das empresas de animação turística), Engº Nelson Geada (Águas do Mondego), Dr. Luís Amante (Confraria da Lampreia), Profª Patrícia Silva (Faculdade de Economia de Coimbra), entre outros, seguido de espaço de debate.
Será sem dúvida um espaço de debate técnico e científico sobre os impactos deste empreendimento no rio Mondego, para o qual gostaríamos de o convidar a estar presente.

NÃO PODE FALTAR!

Pela Plataforma Mondego Vivo
Paulo Silva
966217787 / 914197769

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

As nossa Câmara Municipal está podre

COIMBRA CIDADE DO RIDÍCULO


"Em Outubro, último, já tinha contado este caso, até lhe chamei “Um ícone vivo -e se o ridículo tivesse orelhas de burro?”. Vou voltar a contar: a Dona adelaide é uma anciã com a bonita idade de 87 anos -até aqui nada de invulgar. Porém, se eu relatar, a quem não sabe, que esta mulher -que eu muito admiro-, apesar da sua provecta idade renega deixar de trabalhar -em metáfora, lembrando o título do livro de Paulo Coelho, poderia ser... Adelaide recusa morrer-, o caso muda de figura. Ou seja, esta mulher do povo, que, na Praça 8 de Maio, no Inverno vende castanhas e no Verão vende uns pistáchios, tremoços e amendoins, para quem estiver disposto a ver, é um exemplo de vontade. É um modelo a seguir por todos nós. Repare-se que quando a maioria de pessoas, com a sua idade, estão em casa sentadas no sofá a ver televisão, este ícone vivo persiste em trabalhar. Diga-me, leitor, esta ilustração é ou não digna de ser elevada aos mais altos píncaros do conhecimento público nacional? O caso desta senhora deveria servir de tese para um caso de estudo. Porém o que acontece é que ninguém lhe liga ou toma atenção ao que está à frente dos nossos olhos. Pior é o que vou contar a seguir. Fico tão envergonhado que até me custa escrever. Vou desabafar:
A dona Adelaide, no ano passado, segundo uma testemunha, foi apanhada pela Polícia Municipal (PM) a vender baralhos de cartas e bugigangas. Como só estava licenciada para vender tremoços, pevides, amendoins e afins, a PM levantou-lhe um auto, cuja multa vai de 50 a 90 euros.
Depois de informada pelo Departamento Jurídico e Contencioso da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), através de um Processo contra-ordenacional, foi aplicada a coima mínima de 50 euros.
Como a Adelaide não sabe ler nem escrever, Carlos Clemente, presidente da Junta de Freguesia de São Bartolomeu, em 3 de Outubro, e a pedido daquela, elaborou a impugnação. Em nome da visada no auto, era dito:

“1-Sou reformada e com dificuldades financeiras. Recebo de reforma 337 euros, dos quais tenho de pagar a renda de casa, água e luz, assim como medicamentos que sou forçada a tomar, face à minha idade e doença que possuo;

2-Tenho 87 anos de idade e sou viúva;

3-Não possuo qualquer rendimento adicional a não ser a minha reforma;

4-Sou vendedora de castanhas na Baixa de Coimbra há mais de 50 anos;

5-Fui vendedora-ambulante no “Choupalinho” (Praça da Canção);

6-É verdade que tenho vendido alguns produtos (…) para tentar angariar mais alguns euros, no sentido de fazer face às minhas dificuldades financeiras;

7-Sempre adquiri o meu cartão de vendedora ambulante, junto da CMC, e cumprindo as normas estabelecidas;

8-Nunca tive qualquer problema no que diz respeito à minha venda-ambulante, e, pela primeira vez, sou confrontada com esta coima;

9-Pelas razões expostas, venho mais umma vez apelar a V. Ex.ª se digne anular o valor constante no processo de contra ordenação.”

Em 17 do mesmo mês de Outubro, por parte da CMC, foi ratificado o seguinte despacho:

“Em virtude da junção aos autos em epígrafe do requerimento de impugnação apresentada pela arguida Maria Adelaide... procedeu-se à apreciação do seu respectivo conteúdo, do qual podemos aferir o seguinte:

a) A arguida não veio juntar ao processo qualquer elemento novo que levasse à reapreciação dos factos ocorridos e, consequentemente, demonstrassem e provassem que a mesma não praticou o ilícito contra-ordenacional;

b) A arguida alega ter dificuldades económicas que lhe impossibilitam o pagamento da coima que foi atribuída, em virtude da baixa reforma e idade avançada. No entanto, não apresenta qualquer prova da sua situação económica que nos permita verificar tal situação de carência;

Neste conspecto, face ao supra exposto, entende-se não haver motivo para a revogação da decisão do presente processo contra-ordenacional. Todavia, tal não impede que a arguida venha apresentar, nesta edilidade, requerimento para o pagamento faseado ou diferido da coima que lhe foi atribuída, mediante a apresentação de comprovativo da sua situação económica, o qual ficará sujeito a apreciação superior.”

Nova comunicação da CMC, exarada em 10/01/2012:

“Verificando-se que a coima aplicada no âmbito do processo contra-ordenacional em epígrafe identificado não foi paga no prazo legalmente estabelecido para o efeito, informa-se V. Ex.ª que o mesmo será remetido, no próximo mês, ao Tribunal da Comarca de Coimbra, para fins de execução, nos termos (…).”

E O QUE DIZ CARLOS CLEMENTE?

“Estou indignado! Isto é o cúmulo do ridículo. A senhora Adelaide está a vender a 10 metros da CMC. Toda a gente sabe que esta senhora é pobre. Muito pobre. Trabalhou avida inteira. Esta senhora é mais conhecida na cidade do que o presidente da Câmara. Esta atitude dos serviços da Divisão de Contra-ordenações é o paradigma do legalismo positivista, isto é, condenar todos por igual, para servir de modelo, sem levar em conta as diferenças de cada um. Se fosse noutro qualquer país o exemplo desta mulher era apresentado em tudo o que era escola básica. Em Portugal, aqui em Coimbra, multa-se com 50 euros por querer continuar a trabalhar e pugnar pela vida activa.
Atente-se no custo deste processo. As várias cartas registadas com aviso de recepção. E agora o envio para tribunal. Talvez se comece a entender o entupimento de julgamentos e a ineficácia da justiça.
Enquanto presidente da junta, mesmo a expensas pessoais, eu até poderia pagar os 50 euros e arrumava o assunto. Mas é uma questão de princípio meu não colaborar com injustiças. Já fiz isso com a derrocada do prédio da Rua Corpo de Deus. Sempre quero ver se, perante as alegações apresentadas à CMC e que estas não atendeu, o tribunal condena a dona Adelaide. Se no limite condenar -o que não acredito- deixo aqui lavrado que assumo os custos que lhe vierem futuramente a ser aplicados.
Não é uma questão de teimosia, estou profundamente entristecido com esta situação. Enquanto edil, esta decisão não enobrece a autarquia de que faço parte da Assembleia Municipal.”"


Texto do Luis Quintans do http://questoesnacionais.blogspot.com/

O Relógio do Juízo Final adiantou-se nesta terça-feira um minuto...

O Relógio do Juízo Final adiantou-se nesta terça-feira um minuto e está agora a apenas cinco da meia-noite. A decisão deve-se à maior dificuldade nas conversações sobre a questão do nuclear e à dificuldade de um acordo para lidar com os efeitos das alterações climáticas.

O estuário do rio Mondego é um dos menos poluídos do país e da Europa.

Dadores de Sangue perdem isenção das Taxas moderadoras nos hospitais.


Sou dador de sangue e vou continuar a doar sangue mas não para o Instituto Português de Sangue mas sim nos hospitais locais sempre que um amigo ou familiar precise.

Não doarei mais sangue de quatro em quatro meses como tenho feito nos últimos 20 anos nos moldes que o fazia.
Esta medida do Governo em nada vai trazer poupanças ao Estado, aposto que mais de 70% de dadores de sangue só o doam para terem isenção nos Centros de Saúde e Hospitais e não para salvar vidas. Não vai tardar muito que não existam reservas de sangue e o mesmo tenha de ser comprado ao estrangeiro, o que vai sair muito mais caro do que passar a isenção total os dadores de sangue que cumpram os requisitos.
Esta medida do Governo deixa-me muitas interrogações ás quais ainda não consegui obter resposta.
Se o sangue que doamos é para os hospitais porque razão a isenção só é valida para os Centros de Saúde?
Se os Centros de Saúde encerram pelas 17h30 e outros pelas 20h00 significa que não posso ir a uma urgência ou uma consulta depois desse horário o que me obriga a deslocar a um Hospital, logo tenho de pagar a Taxa moderadora porque o Centro de Saúde está encerrado, ou mando a conta para o meu Centro?