sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Departamento de Habitação da Câmara Municipal de Coimbra, palavras levam-nas o vento



Hoje pelas 16H50 desloquei-me ao Departamento de Habitação da Câmara Municipal de Coimbra, para alertar que um prédio da Autarquia, que se situa na Rua das Azeiteiras, salvo erro nº32, que se encontra desabitado e o estabelecimento comercial do rés-do-chão segundo informação já entregue ao dono do prédio, ou seja, à Câmara Municipal de Coimbra, se encontra " ocupado" ilegalmente.
Fui recebido por uma funcionária, que por sua vez chamou outra para falar comigo, que por sua vez me mandou voltar na segunda-feira de tarde para falar com os técnicos. Virei as costas e desci as escadas sem mais nada dizer.
Mas agora não posso ficar calado por mais esta aberração do Departamento de Habitação da Câmara Municipal de Coimbra.
Não são precisos técnicos para a resolução deste assunto, pode parecer um assunto sem importância para quem não conhece a realidade do prédio em causa como eu conheço. Os referidos técnicos já conhecem o estado de degradação interior do prédio e do telhado. Aqui o assunto é outro, é a ocupação ilegal de um prédio da autarquia, que conforme podem ver na fotografia já tem uma das portas fechada com um cadeado.
Já vi no decorrer desta semana a porta aberta durante o dia, ainda sem cadeado e alguns moradores já alertaram quem costuma andar pelo nº 32 e pelo armazém em frente da Rua das Azeiteiras, para terem cuidado que os prédios estão velhos e ainda originam algum fogo com os cigarros que por ali fumam durante a noite.
Segundo informações recolhidas, nos últimos tempos, à noite costumam estar a fazer "artesanato" e vai-se saber lá mais o que junto e dentro do prédio.
Eu fiz a minha parte como cidadão, como Vogal da Assembleia de Freguesia de São Bartolomeu e principalmente como defensor da baixa de Coimbra.
Quem de direito que tome as medidas que achar mais adequadas, incluindo o Srº Presidente da Câmara Municipal que não pode deixar os seus Departamentos de "ferias" em situações destas, pois um simples telefonema para a Policia Municipal ou para a PSP podia resolver o problema.

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