quarta-feira, 1 de junho de 2011

Marchas Populares vs comércio tradicional na baixa de Coimbra.


Não sou comerciante, mas sou filho de um ex-comerciante e faço as minhas no comércio tradicional da baixa de Coimbra.
Defendo que os eventos que se realizam na baixa têm de ser repartidos por vários pontos e que também é necessário para não dizer urgente o maior envolvimento dos comerciantes, não basta terem as portas abertas como se de um dia normal se tratasse.
Os comerciantes têm de arranjar um “chamaril” promocional para aquele dia e para o futuro, como? Porque não montarem uma banca, mesa à porta do estabelecimento com um centro de flores, umas velas aromáticas, uns talões de desconto para futuras compras, a oferta de uns bombons, de um copo de licor, criarem um peddy paper onde os possíveis clientes tenham de recolher um certo numero de carimbos dos estabelecimentos comerciais que num futuro teriam direito a um desconto nessas mesmas lojas.
Sei que as ruas da baixa são estreitas ou mesmo bastante estreitas, mas dá perfeitamente para circular nos eventos, quase todas essas ruas, travessas e becos têm a meio um largo ou um terreiro, que deviam ser aproveitados nesses eventos.
Em relação ás marchas populares tenho a informação que já estão inscritas perto de 50, informação que ainda não confirmei, mas que a ser verdade daria para se formar numa primeira etapa dois grupos de marchas de marchas populares, um com inicio no Largo da Portagem e outro ao fundo da Rua da Sofia, onde ambos se encontravam na Praça 8 de Maio para a apresentação oficial das Marchas Populares e informar a todos os presentes o programa das mesmas durante a respectiva noite. De seguida dividiam-se em 5 grupos, um a actuar em frente à Loja do Cidadão, outro na Praça do Comercio, outro no Largo do Poço, outro no Largo da Portagem e ou outro em frente à Câmara Municipal, na deslocação para os respectivos lugares de actuação desfilavam pelas ruas da baixa.
Enviar um comentário