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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
A minha opinião acerca da Capela de Chelinho
Fotografia de http://aminhaaldeiachinelinho.blogspot.pt
Já que quem de direito não o faz, aqui deixo a minha
interpretação em relação ao assunto da Escritura de usucapião por parte da
Fábrica da Igreja de Lorvão em relação há Capela de São Vicente em Chelinho.
Em termos jurídicos a Escritura é e está completamente legal
e segundo sei tinha de passar para a "posse" da Fábrica da Igreja de
Lorvão, para ficar registada e "legalizada" como a Capela de Chelo e
outras do nosso Concelho.
Na prática tudo vai ficar como está, ou seja, a Capela e os
seus Santos vão continuar em Chelinho como sempre estiveram.
Acho que este processo foi mal conduzido,pouco esclarecedor
e pouco ético na forma de o realizar. Não custava nada fazer um esclarecimento público
antes de fazerem a escritura por usucapião, dizendo basicamente que a Capela
tinha de ter a situação regularizada por ordens superiores, caso não fosse
feito não poderiam lá celebrar missa e realizar a procissão em honra de São
Vicente e que a maneira mais rapida e mais barata de resolver o assunto era
através da escritura por usucapião.
Mais acerca deste assunto reservo só para mim.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Chelo:Em Chelo um cedro do jardim publico tem asas e não sabe voar
No decorrer do temporal do passado fim de semana, um cedro do Jardim Publico de Chelo, onde estava para ser construído um Parque Infantil após ter encerrado a Escola Primária e a Pré-Escola, não aguentou as rajadas de vento e tombou conforme se pode verificar na segunda fotografia, até ai nada de anormal para além da queda do Cedro.
Hoje tive a informação, de uma fonte segura, que o cedro do Jardim publico de Chelo tinha sido cortado por duas pessoas e transportado para casa de uma delas com a respectiva ordem, salvo erro de quem tem autorização para o fazer.
Muito bem, aliás muito mal, o cedro tinha de ser cortado antes que alguém se magoasse ou danifica-se o muro do jardim, mas já os rolos da madeira do mesmo não deveriam ir para casa de particulares mas sim oferecidos pela Junta de Freguesia( é a responsável pelo jardim) a uma Instituição da Freguesia.
Metem-se a jeito depois eu é que lanço confusão e não tenho argumentos.Fico à espera que quem deu a autorização, que não sei quem foi, mas quem o cortou e o transportou tinha autorização, que diga fui "EU".
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