terça-feira, 5 de março de 2013

Fazerem-se de vítima? Nem pensar!

Foto de : cecelgarcia.blogspot.com

Todos nós temos o pendor a sentirmo-nos vítimas de alguma situação ou de alguém, mas uns abusam na vitimização, já nem passam sem ela. Aliás passar passam mas não é a mesma coisa.
Regularmente ao longo dos trilhos escolhidos usam esta desculpa “sou vítima” e até chegam a chorar publicamente, como forma de justificar baixo desempenho, ineficiência, incompatibilidade com colegas e adversários tentando desta forma aliviar a consciência e a responsabilidade.
Fazerem-se de vítima é contra producente. Muitas pessoas que conheço em todas as áreas da sociedade fazem-se de desgraçadas para não terem de enfrentar a realidade mas por outro lado nunca conseguem destacarem-se no que fazem pois estão constantemente na posição de vítimas.
Para mudar esta conduta, devem fixar os olhos e reflectir de que para prosperar é preciso agir, actuar com firmeza e saber; observar além do que foi reclamado. É preciso saber trabalhar positivamente rumo ao êxito.
Oposição e embaraço sempre existirão na vida pessoal e profissional. Saber supera-los e saber agir é que se torna fundamental e continuar a agir como desgraçados ou como mártires não leva a nenhum lugar de destaque, mesmo que essa forma de agir tenha dado frutos em outras épocas, mas os tempos mudam e as pessoas evoluem positivamente.
A função de vítima não assenta com um profissional prezado, de êxito, com um vencedor. Todos em certos momentos da nossa vida somos perturbados por situações injustas, desgastantes, algumas vezes humilhantes, desconcertantes, mas o modo como defrontamos e dominamos estas situações na nossa vida é que vai nos posicionar como vencedores ou derribados.
Pensem bem, reflictam e mudem a forma de pensar e agir. Segurem as rédeas e comandem com vigor, sem sentirem pena de vocês mesmos, aliás isto é o pior que pode acontecer, quando se sente pena de nós mesmos, geralmente tomamos as piores decisões e deixamos cair a mascara que nos ajudou a esconder durante anos.

Texto adaptado

Enviar um comentário