quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Algo de estranho que não a segurança impede a Estrada Nacional 110 de reabrir ao transito .





Uma coisa que não sou é burro e cada não resposta leva-me a persistir e a considerar as mais variadas hipóteses.
Após observar estas fotografias que foram tiradas hoje e comparando-as com as fotografias que a comunicação social publicou no dia 15 e 16 de Fevereiro, pode-se verificar que a única diferença entre as fotografias é a reparação do muro do lado esquerdo conforme podem verificar.
Agora questiono, ao fim de 10 dias de profunda analise da encosta conforme me foi dito, aliás escrito via correio electrónico pelas Estradas de Portugal, qual o motivo da reparação do muro e as pedras se encontrarem no mesmo sitio? Pensei que tinha sido nova derrocada, mas verifiquei que eram as mesmas da derrocada inicial, não conheço pedras gémeas. Alguém conhece?
Leva-me a suspeitar que as pedras ainda se lá encontram com algum objectivo ou muito provavelmente por algum motivo. Qual motivo? Na minha modesta opinião para a estrada não ser reaberta. Porquê? Na derrocada existiu um acidente com um operário que foi hospitalizado quando procedia à limpeza da estrada durante a madrugada e foi vitima de uma segunda derrocada, segundo a comunicação social foi a GNR que socorreu prontamente o trabalhador.
Aqui entra o meu raciocínio que pode ser considerado sem nexo, mas que para mim faz sentido. Se existiu um acidente de trabalho, com uma empresa contratada pelas Estradas de Portugal, onde existiu um trabalhador ferido, possivelmente maquinaria estragada, podemos estar aqui com um problema entre empresas, seguros que impede a reabertura da estrada e por isso é que as pedras ainda se encontram no mesmo sitio.
Quero deixar aqui uma pergunta se me permitirem. Permitem? Claro que sim.
Se a empresa que foi limpar a estarda da derrocada em vez de ter ido pelas 2H00 da manha quando se deu a primeira derrocada só tivesse ido limpar a estrada pelas 6H00 da manha, não tinha havido feridos, não tinha existido duas derrocadas mas sim só uma, tinham limpo a estrada e a mesma não se encontrava encerrada por questões de analise da encosta. Certo?


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